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152ª PLENA: fórum acontecerá dias 4 e 5 de novembro

Sex, 27 de Outubro de 2017 12:20 CarolPombo
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A Direção Nacional (DN) do SINASEFE convoca suas bases à 152ª Plenária Nacional do sindicato, que será realizada nos dias 4 e 5 de novembro de 2017, no San Marco Hotel, em Brasília-DF. Conjuntura nacional, a proposta de indicativo de greve lançada pela Fasubra e o 32º CONSINASEFE serão alguns dos destaques da pauta do evento.

Pauta

O fórum - quinto de 2017 e décimo primeiro da gestão 2016-2018 da DN - também vai debater adequações ao Regimento Interno do SINASEFE, os Processos Administrativos Disciplinares (PADs) sob acompanhamento da Assessoria Jurídica Nacional (AJN), as finanças da entidade, o Fórum Nacional de Educação Popular (FNPE) e os encaminhamentos de eventos recentes.

Baixe aqui o Ofício Circular nº 18/2017, que traz a convocatória com informações mais detalhadas da programação da 152ª PLENA e os valores das hospedagens no hotel San Marco.

Seminário de Carreira

Inicialmente previsto para as datas de 6 a 8 de setembro, o Seminário sobre Carreira, que será promovido pela Comissão Nacional de Supervisão (CNS) do PCCTAE e pela Comissão Nacional Docente (CND), vai acontecer nos dias anteriores à 152ª PLENA: 1º, 2 e 3 de novembro, também no San Marco Hotel, em Brasília-DF.

Veja aqui mais informações sobre este Seminário e saiba como se inscrever nele.

Creche

O direito à creche para os filhos dos sindicalizados estará garantido aos que solicitarem o serviço. Os contatos para reserva de vagas e dimensionamento do tamanho da nossa creche devem ser feitos até o dia 26 de outubro pelo telefone (61) 2192-4050.

Divulgação

Fique por dentro das informações mais atualizadas de nossa 152ª PLENA no evento público do fórum: clique aqui para ir ao Facebook e se inscrever nele!

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>> Estão abertas as inscrições para o Seminário de Carreira SINASEFE (05/10/2017)
 

Dia de parar o Brasil: SINASEFE divulga materiais para mobilização de 10/11

Qui, 26 de Outubro de 2017 11:41 CarolPombo
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O SINASEFE divulgou nesta quarta-feira (25/10) um chamado aos trabalhadores organizados: 10 de novembro é dia de parar o Brasil! A paralisação das atividades e ocupação das ruas neste dia retoma as mobilizações contra as reformas neoliberais e a derrubada do governo Temer e seus aliados. Diversas Seções Sindicais já realizaram assembleias e aprovaram adesão ao movimento, que envolverá trabalhadores de várias categorias. O sindicato preparou materiais para divulgar o Dia Nacional de Paralisações e Greves.

Pautas

Ataques repetidos aos direitos dos trabalhadores, e a vergonhosa corrupção que envolve Temer e seus aliados já são fortes motivações para este dia de luta. Além disto, a Direção Nacional destacou o desolador cenário de cortes nas verbas das instituições da Rede Federal de Ensino. "O orçamento para a educação tecnológica tem caído assustadoramente desde a subida de Temer ao poder. Em 2016 estava na ordem dos R$ 7 bilhões, em 2017, na casa dos 5 bilhões, para o ano que vem, a previsão é que não chegue a 3 bilhões".

Para o colegiado, a realidade financeira atual das instituições já é bastante precária e as perspectivas para o futuro não existem fora das lutas e da mobilização dos trabalhadores. "Se neste momento alguns campi estão sem dinheiro para pagar as contas, o que esperar então? Concursos públicos serão suspensos, obras de expansão definitivamente abandonadas, campi serão fechados, colegas terceirizados demitidos. Isso sem falar no risco sempre presente de invasão do Sistema S, da diminuição da democracia e do aumento das práticas persecutórias".

Materiais

Além de sugestões para materiais impressos, o SINASEFE também preparou materiais para compartilhamento nas redes sociais.

Confira, baixe e compartilhe:

>> Adesivo
>> Capa para Facebook

Histórico

O chamado à mobilização nacional no dia 10 de novembro surgiu da Plenária Nacional dos Trabalhadores da Indústria, em 29 de setembro, quando também se encontraram representantes de diversas centrais que compõem o movimento Brasil Metalúrgico. A CSP-Conlutas aprovou a mobilização inicialmente em sua Secretaria Executiva (em 05/10) e mais recentemente em seu 3º Congresso Nacional, que reuniu mais de 2,6 mil lutadores em Sumaré-SP entre 12 e 15 de outubro. Coerente com as deliberações de suas instâncias, a Direção Nacional do SINASEFE também fez o chamado para adesão à mobilização.

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Chamado às bases do SINASEFE: 10 de novembro é dia de parar o Brasil! (25/10/2017)

Fonte: SINASEFE-DN
 

CONVITE: 28 de outubro, Dia do Servidor Público

Qua, 25 de Outubro de 2017 17:42 CarolPombo
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DiadoServidor 28 10 17
A mais justa das homenagens é para os homens e mulheres que fizeram o servir como missão de vida, dedicando seu dia a dia e seu trabalho, além de seus conhecimentos técnicos e experiências profissionais, à nobre tarefa de prestar serviços à sociedade.

Hoje e todos os dias reconhecemos o imenso valor dos que fazem parte da administração pública e nos orgulhamos de conviver diariamente com os colegas, servidores da Educação no Estado do Pará.

O SINASEFE Seção Sindical IFPA, ETRB e CIABA vem a público parabenizar a todos os Servidores Públicos Federais da Educação, que diariamente vem buscando garantir o bom atendimento da população em seus locais de trabalho, sem nenhum tipo de reconhecimento por parte do seu empregador, o Governo Federal.

Neste dia do Servidor Público, nosso mais sincero reconhecimento a aqueles que, apesar de todas estas dificuldades e com enorme esforço pessoal, exercem com esmero e dedicação pessoal suas atribuições na melhoria da Educação Paraense.

A Diretoria Executiva do SINASEFE IFPA, ETRB e CIABA
Última atualização em Qua, 25 de Outubro de 2017 17:51
 

Em crise, institutos federais freiam expansão e recorrem a doações

Qui, 19 de Outubro de 2017 14:00 CarolPombo
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Modelo de educação profissional, 644 câmpus da rede só receberam até agora 60% da verba prevista para investimentos

Modelo de educação profissional e média no País, os institutos federais de ciência e tecnologia têm sofrido com a redução de verbas. Dos R$ 565 milhões previstos para investimento neste ano, só R$ 339,4 milhões (60%) foram liberados pelo Ministério da Educação (MEC) até o último dia 10, o que tem feito unidades deixarem de abrir vagas e cursos. Com recursos menores também para custeio, os institutos recorrem a equipamentos doados e cortes de funcionários terceirizados para manter as aulas.

OrcamentoIFEs 18 10 17 Durante todo o ano de 2014, quando o MEC iniciou uma expansão dos institutos, o montante empenhado em investimentos foi bem maior, de R$ 1,38 bilhão, em valores corrigidos pela inflação. De lá para cá, o total de câmpus da rede subiu de 578 para 644 em todos os Estados do País. Segundo o MEC, somente será possível apontar queda de recursos quando os repasses do ano estiverem fechados.

No momento em que o MEC discute ampliar a educação profissional, com a reforma do ensino médio, os institutos são considerados referência e possibilidades de apoio para a oferta de ensino médio junto do técnico. Os institutos também têm cursos de graduação e de pós.

O Instituto Federal de São Paulo (IFSP) adiou - e não tem previsão para concluir - a terceira fase de expansão no interior e na região metropolitana, em cidades como Marília, Bauru e Carapicuíba. Pró-reitor de administração, Silmário da Silva explica que não foi possível construir ginásio, restaurantes e auditórios na maioria das 36 unidades. “Reduzimos o número de pessoas que fazem limpeza, vigilância, manutenção e apoio administrativo. A redução foi suficiente para fechar o ano. Mas não será para 2018, quando os contratos forem corrigidos pela inflação”, prevê.

Aluna do 3.º ano do curso técnico de Informática, Rebecca dos Santos diz sentir os efeitos da crise. “Antes, limpavam os banheiros com mais frequência. E o valor da refeição no bandejão aumentou de R$ 3,50 para R$ 5 e o da bolsa para auxílio-alimentação continua o mesmo”, reclama ela, de 17 anos.

O Instituto Federal do Rio Grande do Sul tem 17 câmpus - cinco criados há menos de três anos. “Os mais recentes foram mais afetados porque não temos recursos para os investimentos que havíamos previsto, diz o reitor, Osvaldo Pinto.

É o caso do câmpus Alvorada, na Grande Porto Alegre. Era previsto abrir 1,2 mil vagas e a oferta de cursos, como o técnico de Enfermagem, uma demanda da população. Sem recurso, a unidade tem 250 alunos e a Enfermagem ainda não saiu do papel.

Maísa de Lima, de 15 anos, cursa o 1.º ano do curso técnico de Áudio e Vídeo em Alvorada. Ela diz ter encontrado estrutura melhor do que a dos colégios públicos onde estudou, mas ainda insuficiente. “Não temos alguns equipamentos básicos para uma escola, como biblioteca ou laboratório de química. Também não temos saídas de campo”, diz ela, que faz o ensino médio junto do técnico. “E o valor da bolsa de assistência estudantil, que no começo do ano era de R$ 195 foi reduzido em R$ 10.” A direção afirma ter reduzido o valor da bolsa para que mais alunos tivessem o benefício.

Na unidade, o laboratório de fotografia para os cursos técnicos e de graduação recebeu doação de equipamentos de professores. Os dois de informática também foram doados. Não há telefones fixos - só celulares institucionais para cortar custos.

De graça

Sem aval do governo para abrir concurso, o câmpus Colinas do Instituto Federal do Tocantins lançou, em julho, edital para docentes voluntários. Cinco técnicos da unidade foram selecionados para dar aula de Biologia e Matemática no ensino médio. “São servidores com ótima qualificação, alguns com mestrado.” Eles mantêm o salário de técnico, mas não receberão pelas classes.

Quando o câmpus foi criado, a previsão era ter 1,4 mil alunos até 2019. Com o orçamento apertado, a direção diz que, no melhor cenário, chegarão a 800 matrículas. “Tínhamos planejado abrir um curso de Agronomia para o início de 2017, mas não tivemos recursos”, afirma Paulo Hernandes da Silva, diretor da unidade, a 283 quilômetros de Palmas.

Garantimos o funcionamento da rede, diz MEC

O Ministério da Educação disse atuar para manter o orçamento previsto para os institutos federais - contingenciado em 15% para o custeio e 40% para investimentos - e manter o “pleno funcionamento da rede”.

A pasta também afirmou que as unidades são “imprescindíveis” e “parceiros” na implementação do novo ensino médio, mas que a reforma será feita pelas redes estaduais.

“A expansão do ensino técnico profissionalizante ocorrerá por meio de parceria que as redes estaduais de ensino de educação básica farão”, acrescentou o ministério, em nota.

Além da mudança na etapa de ensino, o Plano Nacional de Educação também prevê a expansão de vagas na educação profissionalizante, com a meta de alcançar 5,2 milhões de matrículas, sendo a metade na rede pública, até 2024. No ano passado, eram 1,7 milhões de estudantes na educação técnica em todo o País.

Estrutura

Romualdo Portela, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), diz que usar a estrutura dos institutos federais seria a melhor opção para expandir o ensino técnico. “É uma rede com uma capilaridade enorme, que chegou em regiões em que Estados não conseguem atuar. O mais sensato seria aproveitar a estrutura e a boa experiência já existente”, defende.

“O governo (federal) coloca em risco um modelo que funciona. Enquanto isso, diz que vai criar outra linha de financiamento para a reforma do ensino médio. Não seria melhor ampliar o que já tem qualidade?”, critica Celso de Carvalho, especialista em educação profissional pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Fonte: Estadão
 

Inadmissível: portaria do governo Temer permite trabalho escravo e dificulta libertação. É preciso revogá-la com luta!

Qui, 19 de Outubro de 2017 13:36 CarolPombo
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Não bastasse a Reforma Trabalhista e a lei da terceirização irrestrita, que representam a precarização total das condições de trabalho no país, o governo Temer conseguiu se superar nos ataques aos trabalhadores. Nesta segunda-feira (16), o Ministério do Trabalho publicou uma portaria que, na prática, permite o trabalho escravo no país e dificulta a fiscalização e a libertação de trabalhadores encontrados nessa situação.

A escandalosa portaria recebeu fortes críticas do MPT (Ministério Público do Trabalho) e da OIT (Organização Internacional do Trabalho) que informou que o Brasil deixa de ser referência no combate à escravidão no cenário internacional.

O texto, publicado no Diário Oficial da União, modificou a definição do que é trabalho escravo e determinou que a inclusão e divulgação de empresas na chamada “lista suja” por manter trabalho escravo só poderá ser feita com a estrita autorização do Ministro do Trabalho.

Hoje, quatro elementos podem definir escravidão contemporânea: trabalho forçado, servidão por dívida, condições degradantes (trabalho que nega a dignidade humana, colocando em risco a saúde e a vida do trabalhador) ou jornada exaustiva (levar ao trabalhador ao completo esgotamento dado à intensidade da exploração, também colocando em risco sua saúde e vida).

A nova portaria estabelece a necessidade da existência de “cerceamento de liberdade” como condicionante para a caracterização de ”condições degradantes” e de ”jornada exaustiva”, ao contrário do que está no artigo 149 do Código Penal que estabelece que qualquer um dos quatro elementos é suficiente para caracterizar esse tipo de exploração.

Dessa forma, as condições de trabalho a que estão submetidas as vítimas, por piores que sejam, passam a ser acessórias para os flagrantes de trabalho análogo ao de escravo pelos auditores fiscais e a concessão de seguro-desemprego aos resgatados. O texto da portaria obriga a todas as fiscalizações a obedecerem a nova interpretação do conceito.

A nova portaria também reforça a questão do não consentimento do trabalhador para a caracterização de trabalho forçado. Hoje, em consonância com as Nações Unidas, as operações de resgates de pessoas têm considerado o consentimento irrelevante para a caracterização. Dessa forma, mesmo que uma pessoa aceite uma proposta de trabalhar só por comida, o Estado tem a obrigação de considerar tal ato como escravidão contemporânea.

As novas regras afirmam que, para serem válidos para levarem um empregador à lista, os autos de infração relacionados a um flagrante de trabalho escravo dependem da presença de um boletim de ocorrência lavrado por uma autoridade policial que tenha participado da fiscalização. Dessa forma, a palavra final sobre a existência de trabalho escravo pode sair das mãos de auditores fiscais, especialistas no tema, e passar para a dos policiais.

A portaria ocorre menos de uma semana após a exoneração do coordenador nacional de fiscalização do trabalho escravo do próprio ministério, André Roston. Sua dispensa causou polêmica porque a mudança teria partido da base de apoio do governo no Congresso Nacional.

Moeda de troca

As mudanças feitas pela portaria são reivindicações históricas da chamada bancada ruralista do Congresso, formada por latifundiários e empresários do agronegócio. É mais um agrado que Temer faz a esse setor, em meio às novas negociatas em andamento para livrar a cara do presidente que terá a segunda denúncia por organização criminosa e obstrução da Justiça votada na Câmara.

Somente este ano, Temer tomou outras medidas que também favorecem a bancada, como o parecer que estabeleceu o chamado “marco temporal” para as terras indígenas, em que só são reconhecidos os direitos desses povos originários a partir da Constituição de 88; o afrouxamento das regras para regularização fundiárias nas terras da Amazônia que beneficiam grileiros e o perdão de dívidas do Funrural.

Os ruralistas, junto com grandes redes de varejo de roupas, estão entre os principais flagrantes de trabalho em condição análoga à escravidão no país.

Outros projetos em tramitação

Há projetos no Congresso Nacional que tentam mudar a definição do que seja trabalho escravo contemporâneo. Pelo menos três tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado Federal a fim de reduzir os elementos que caracterizam escravidão e, portanto, a sua punição. Contam com o apoio da bancada ruralista, entre outros setores econômicos, e de nomes próximos a Michel Temer, como o senador Romero Jucá (PMDB-RR), responsável por um deles.

“Temer e esse Congresso de corruptos não têm limites. Eles seguem com o projeto de arrancar o couro da classe trabalhadora, mesmo que isso signifique permitir a escravidão, para garantir seus lucros e privilégios. Essa portaria, as reformas e outros ataques desses crápulas precisam ser barrados com luta e nas ruas. O dia nacional de greves e paralisações em 10/11, referendado por unanimidade no 3° Congresso da CSP-Conlutas, ganha ainda mais importância para impulsionar um forte processo de mobilização, rumo à Greve Geral”, afirma Joaninha Oliveira, da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas.

Fonte: CSP-Conlutas, com informações MPT e blog Sakamoto
 

3° Congresso da CSP-Conlutas em números; confira a cobertura do evento

Qui, 19 de Outubro de 2017 13:16 CarolPombo
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3CongressoCSPConlutasn 18 10 17 A grandeza e a diversidade do 3° Congresso da CSP-Conlutas, realizado de 12 a 14 de outubro em Sumaré (SP), também está refletida em seus números.

Esse congresso superou em número de participantes o realizado em 2015, que teve 2. 664 pessoas presentes. Este ano, delegados e delegadas somaram 1.953 inscritos, além de 264 observadores e 24 convidados.

Comprovando seu internacionalismo, o 3° Congresso contou com a participação 113 representações de diversos países. Outras 205 pessoas estavam como apoiadoras, trabalhando na organização no evento. Houve ainda a presença 105 crianças que ficaram na Creche Conlutinhas, garantida neste evento.

O Congresso reafirmou o caráter sindical e popular da Central com a participação de 331 entidades sindicais, oposições, minorias de diretorias, movimentos populares e contra as opressões. Foram quatro dias de intensos debates que reafirmaram a Central como entidade classista e independente.

Confira a cobertura do evento

>> Acompanhe a transmissão ao vivo do 3º Congresso da CSP-Conlutas
 

3º Congresso da CSP-Conlutas aprova paridade de gênero: veja resumo do evento

Qui, 19 de Outubro de 2017 11:00 CarolPombo
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3CongressoCSPConlutas 18 10 17De Norte a Sul, a delegação do SINASEFE no 3º Congresso Nacional da CSP-Conlutas foi composta por militantes de todas as regiões do Brasil. Cerca de 80 trabalhadores organizados no sindicato nacional se encontraram com mais 2,6 mil lutadores do movimento sindical, social e estudantil, em Sumaré-SP, entre os dias 12 e 15 de outubro. Dentre as principais decisões do congresso está a construção do dia 10/11 como Dia Nacional de Lutas, Greves e Paralisações. Outro destaque é a aprovação da paridade de gênero na composição da Secretaria Executiva Nacional (SEN) da Central. Esse congresso superou o realizado em 2015 em número de participantes, com 2.664 pessoas presentes.

Primeiro dia

Iniciados com a exibição de um vídeo sobre os 11 anos da CSP-Conlutas, os trabalhos do 3º Congresso foram abertos no final da manhã de quinta-feira (12/10). A mesa de abertura teve composição bem diversa: representantes de três partidos de esquerda (PCB, PSOL e PSTU), Rede Sindical Internacional de Solidariedade e Lutas, da CGTB, da Intersindical e ainda da Pastoral Operária. Confira a matéria de cobertura deste item da programação elaborada pela Central.

Ainda durante os trabalhos iniciais do congresso, a SEN/CSP-Conlutas, representada por Atnágoras Lopes (Sindicato da Construção Civil de Belém), Helena Silvestre (Movimento Luta Popular) e Amauri Fragoso (Andes-SN) apresentou perspectivas e os desafios a serem enfrentados no próximo período. Destacando o papel revolucionário da CSP-Conlutas, um dos destaques deste item foi a intervenção de Helena, que ressaltou a importância do Congresso para reconectar as lutas dos trabalhadores. "Não queremos colocar 'band-aid' nas feridas, queremos acabar de vez com a doença que é o capitalismo", reforçou. Leia sobre as demais intervenções desta mesa clicando aqui.

Durante a tarde, e início da noite, 16 contribuições globais ao 3º Congresso foram apresentadas. Membros da delegação do SINASEFE participaram destas apresentações, defendendo posições pessoais. Foi o caso de Magda Furtado, que além de dirigente do Sindscope e militante da APS/PSOL, é representante suplente do SINASEFE na SEN; e David Lobão, militante do NOS/PSOL, sindicalizado do Sintef-PB, e membro do SINASEFE na SEN/CSP-Conlutas, que dividiu o tempo de apresentação com Juliana Donato, bancária e militante do MAIS/PSOL.

Segundo dia

A sexta-feira 13 no congresso não teve espaço pra azar, foi repleta de atividades e ainda contou com uma chuva refrescante na hora do jantar dos milhares de participantes. A troca de experiências com a delegação internacional e o centenário da Revolução Russa de 1917 foram destaques. À tarde, delegados e observadores foram divididos em 22 grupos de trabalho para debater resoluções de Conjuntura Nacional e Internacional. As setoriais da CSP-Conlutas (mulheres, LGBT, negros e negras, educação, saúde, saúde do trabalhador, servidores públicos, cultura, aposentados, internacional, campo e povos tradicionais) também se reuniram no início da noite do dia 13/10.

Ao término da primeira mesa da manhã, a Internacional (canção escrita por Eugène Pottier, um trabalhador do setor de transportes e membro da Comuna de Paris, em Junho 1871, e musicada por Pierre Degeyter, um operário anarquista, em 1888) foi fortemente entoada pelos lutadores e lutadoras, assista ao registro no Facebook.

Centenário da Revolução Russa

O painel a respeito dos 100 anos da Revolução Russa teve a participação de Martín Hernández, dirigente da LIT-QI, Wanderson de Melo, docente da Universidade Federal Fluminense (UFF), Kevin Murphy, professor da Universidade de Massachusetts, e Valério Arcary, historiador e docente aposentado do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP). Os presentes dividiram seu tempo com as saudações por vídeo da escritora norte-americana Wendy Goldman e Esteban Volkov, neto de um dos líderes da revolução, Léon Trotsky. A mediação do ponto ficou por conta de Fabiano Faria, do SINASEFE e Rita de Souza da SEN/CSP-Conlutas.
A CSP-Conlutas disponibilizou cobertura específica deste painel, com resumos das falas dos participantes. O portal Esquerda Online divulgou o vídeo completo deste item, confira. O PSTU também divulgou cobertura completa desta mesa.

Terceiro dia

Iniciado com o painel de 11 anos da CSP-Conlutas, o sábado (14/10) teve as votações das resoluções de conjuntura nacional e internacional e ainda de plano de ação. Abordando os desafios para o fortalecimento da central na construção de uma alternativa classista, sindical e popular, o painel teve a participação de quatro membros da SEN/CSP-Conlutas. Preta Lu, dos movimentos de Hip Hop Quilombo Urbano e Quilombo Brasil, Mauro Puerro, da Federação dos Professores do Estado de São Paulo (Fepesp), Eblin Farage, do Andes-SN, Luiz Carlos Prates, Mancha, ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos. Veja o resumo do painel elaborado pela CSP-Conlutas.

Ao final da tarde do sábado (14/10) foram realizadas as votações de parte das resoluções do congresso. O último ponto oficial programação foi a realização de grupos de trabalho, que se dedicaram a analisar as propostas de reorganização, estatuto e direção. Confira o resumo das resoluções aprovadas no sábado (14/10).

Ainda na noite do terceiro dia, fora da programação do congresso, foram realizados dois eventos simultâneos: a pré-apresentação do documentário sobre o centenário da Revolução Russa "Paz, Pão e Terra" e o ato público "Nem a direita, nem a conciliação de classes: por um polo político alternativo da classe trabalhadora".

Quarto dia

"Na luta, na garra, a casa sai na marra!"

"Quilombo, quilombo, nunca está cansado, melhor morrer na luta, que viver escravizado!"

"As mulheres tão na rua, com disposição, pra lutar contra o machismo e a exploração!"

Foram algumas das palavras de ordem entoadas pelos presentes no evento durante a realização do Painel "Luta contra as Opressões e Juventude" e "Movimento Operário, Sindical, Popular e Luta por Territórios", composta por representantes do movimento sem teto, quilombolas, indígenas, mulheres, LGBTs, negras e negros, trabalhadores rurais, seringueiros do Acre, servidores públicos, juventude e operários(as).

"Não nos ajoelhamos, a gente insiste em se levantar, estamos de pé, mesmo diante do genocídio de nosso povo feito pelas balas do capitalismo". Destacou Inaldo Serejo, do Movimento Quilombola do Maranhão (Moquibom), numa das intervenções mais aclamadas pelo congresso. Ele também lembrou o desafio de ampliar a representação da CSP-Conlutas, que além de sindical e popular, deve ser pluriétnica.

Representando os servidores públicos, David Lobão, abordou os efeitos dos ataques aos serviços públicos e a importância da luta deste segmento de trabalhadores. "O ataque aos serviços públicos é um ataque aos trabalhadores, a medida em que acaba com a saúde, com a educação e com a previdência, necessidades básicas de todos trabalhadores", lembrou.

O
 segundo item de pauta do domingo (15/10), e último ponto do Congresso, foi a votação das propostas de resoluções sobre Balanço e Reorganização, Estatuto e Estrutura Sindical. Dentre as propostas aprovadas, está uma resolução de paridade de gênero na SEN/CSP-Conlutas "O 3º Congresso da CSP-Conlutas resolve: adotar a paridade na Secretaria Executiva Nacional da CSP, continuar e aprofundar o debate na Central acerca da concepção de luta contra as opressões e o critério de representação que defendemos".

Cobertura Completa

A ASCOM está finalizando a cobertura do congresso (edição de imagens, vídeos e entrevistas) e disponibilizará todo o material nos próximos dias. Confira também cobertura completa da CSP-Conlutas deste evento.

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>> 78 pessoas compõem delegação do SINASEFE no 3º Congresso da CSP-Conlutas (29/09/2017)
 

Reitor do IFPA não encaminha deliberações da reunião com o Sindicato e prejudica servidores

Seg, 16 de Outubro de 2017 17:11 CarolPombo
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ReitorIFPA 16 10 17 Embora afirme que está sempre disposto a sentar com a Diretoria da Seção Sindical IFPA, ETRB e CIABA e ouvir as reivindicações da categoria, o reitor do IFPA, Cláudio Alex, pelo visto, tem o péssimo costume de não cumprir o que promete.

Durante o último encontro com os representantes sindicais, ocorrido há 04 meses, o gestor garantiu que o pagamento das verbas retroativas de Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC), a título de Retribuição por Titulação (RT), estaria devidamente corrigido e atualizado em julho.

Porém, até o momento, o IFPA não iniciou o cadastro dos valores junto ao SIAPE/MPOG e nem se deu ao trabalho de explicar a situação para os servidores que têm direito ao recebimento do RSC.

Assim que tomou conhecimento do problema, o Sindicato enviou um ofício cobrando informações e esclarecimentos à Reitoria. Também exigiu, em cumprimento à decisão do CONSUP, o agendamento de uma audiência com o Ministério da Educação (MEC) para discutir a migração dos servidores docentes que permanecem na carreira do Ensino Básico Federal (EBF) para a carreira do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT).

A entidade ainda aguarda por uma resposta da administração.

Fonte: SINASEFE IFPA, ETRB e CIABA
Última atualização em Seg, 16 de Outubro de 2017 17:32
 

3° Congresso da CSP-Conlutas é encerrado com resoluções sobre balanço, reorganização, estatuto e estrutura sindical

Seg, 16 de Outubro de 2017 15:26 CarolPombo
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A plenária final do 3° Congresso da CSP-Conlutas neste domingo (16) encerrou com importantes votações pelos cerca de 2 mil delegados e delegadas. Foram à voto propostas de resoluções sobre Balanço e Reorganização, Estatuto e Estrutura sindical.

A resolução aprovada sobre Balanço e Reorganização de n° 43 (Fortalecer a CSP-Conlutas e estimular a reorganização da classe trabalhadora) reivindica o acerto na construção da Central e as lutas ao longo de sua história. “A nossa central nasceu com vocação de luta e independência em relação a governos e patrões, contra a conciliação de classes, internacionalista e com uma estratégia socialista”, diz trecho do texto.

Outros temas como a garantia de paridade na participação de mulheres na Secretaria Executiva Nacional da Central, o posicionamento contra o Imposto Sindical e em defesa da autossustentação dos trabalhadores, sem intervenção do Estado, foram discutidos.

A plenária também aprovou diversas moções de apoio à lutas, greves, repúdio à perseguições, entre vários temas, e também encaminhou que todos os relatórios e propostas de resoluções discutidas nos setoriais serão debatidos na primeira reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas a ser realizada em breve.

Ao final, a Comissão de Organização ressaltou que o 3° Congresso encerra vitorioso, com a participação de quase 2.600 pessoas durante quatro dias, com resoluções que garantem o perfil de independência, classismo, sindical e popular da CSP-Conlutas.

Agora, todos e todas voltarão as suas bases com a tarefa imediata de construir um grande dia 10\11 para pararmos o Brasil contra o governo Temer e suas reformas.

Fonte: CSP-Conlutas
Última atualização em Seg, 16 de Outubro de 2017 17:41
 

Estão abertas as inscrições para o Seminário de Carreira SINASEFE

Qua, 11 de Outubro de 2017 12:57 CarolPombo
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O mês de novembro no SINASEFE começará com um evento aguardado pelos trabalhadores organizados no sindicato. Entre os dias 1º e 3/11, acontece o Seminário de Carreira SINASEFE. Além de fazer um resgate histórico das carreiras, a atividade vai debater os impactos do crescente desmonte do Estado na trajetória profissional dos trabalhadores da Educação Federal. Organizado pela Comissão Nacional Docente (CND) e Comissão Nacional de Supervisão do PCCTAE (CNS) o seminário será realizado do Hotel San Marco, em Brasília-DF.

Objetivos e formato

A organização do Seminário destaca cinco objetivos da atividade: apresentar o contexto político e econômico desmontando o Estado, como ele impacta as carreiras do magistério e PCCTAE, fazer um resgate histórico das carreiras, discutir sobre a qualidade de vida e do trabalho, apontar as comissões CPPDs e CIS/PCCTAEs como espaços de luta e de possibilidades de avanços e debater a reestruturação das carreiras do magistério e PCCTAE.

Dividido em sete mesas de debate e cinco grupos de trabalho ao longo dos três dias, o seminário tem como público-alvo os servidores da Educação Federal.

Inscrição

As inscrições para o evento deverão ser feitas pela internet, via Google Forms, até o dia 27/10/2017. O pagamento da taxa (R$ 80,00) deve ser feito por depósito identificado, com o envio dos nomes dos participantes pela Seção Sindical para a organização do evento.

Confira no Ofício Circular nº 17 as orientações para o pagamento.

Os dados para procederem o depósito identificado são:
Banco do Brasil
Agência: 3599-8
Conta: 429.415-7
Identificador 1: CNPJ DA SEÇÃO
Identificador 2: NÃO PRECISA
Identificador 3: NOME DA SEÇÃO

Creche

Os contatos para reserva de vagas, possibilitando o dimensionamento do tamanho da creche, devem ser feitos até o dia 27/10 pelo telefone (61) 2192-4050.

Divulgação

Confira o cartaz do evento em PDF.

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