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Leia o Boletim de Greve nº 04

Ter, 04 de Outubro de 2011 18:06
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Última atualização em Ter, 04 de Outubro de 2011 18:09
 

Lançamento do Comitê Estadual pela Campanha 10% do PIB para a Educação

Ter, 04 de Outubro de 2011 17:47
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Já está na rua a campanha em defesa da aplicação imediata de 10% do PIB para a Educação Pública Já! E convidamos as entidade e coletivos a compor conosco o COMITÊ ESTADUAL DA CAMPANHA “10% DO PIB PARA A EDUCAÇÃO PÚBLICA, JÁ!” e a participar da atividade de lançamento do Comitê Estadual da campanha, que ocorrerá no dia 19 de Outubro de 2011 (quarta-feira), às 17h no Espaço Cultural do Vadião, da Universidade Federal do Pará (UFPA).
 
A próxima reunião do Comitê Estadual da Campanha dia 20/10/11 (quinta-feira) será ás 16h, na sede do SINASEFE-PA.

 

Última atualização em Sex, 07 de Outubro de 2011 16:56
 

Campi do interior apoiam decisão da Plenária Nacional e mantém a greve

Ter, 04 de Outubro de 2011 17:19
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A decisão da 10ª Plenária Nacional do Sinasefe, realizada na semana passada em Brasília, não só foi a mais acertada do ponto de vista da democracia interna do Sindicato, quanto da própria dinâmica do movimento grevista. E a prova disso é que, em todos os campi consultados a base seguiu e referendou a decisão nacional: de permanecer em greve até a realização da próxima Plenária, que ocorre nesta quarta-feira, dia 05/10, em Brasília.
Após a decisão de Belém, outros campus também fizeram suas consultas resultando no seguinte:
Em reunião ocorrida na última sexta-feira, dia 30/09, em Marabá, os servidores dos dois campi (Rural e Industrial) votaram, de forma unânime, pela manutenção da greve até a decisão da 105 PLENA. E ontem, dia 03, realizaram um Ato Unificado, com outras categorias em greve, como Bancários, Correios e Professores do Estado.
Em reunião ocorrida hoje (04/10/2011), no Campus Castanhal, com 36 votos os servidores decidiram continuar em greve e aguardar as decisões da estadual e nacional, contra 2 votos que queriam o fim da greve, e duas abstenções. Vale ressaltar os argumentos e empenhos dos professores Eduardo, Miranda e Roberto em mostrar a importância de sairmos junto com os outros campus da greve. Os servidores presentes decidiram aguardar o desenrolar da 105 PLENA e a Assembleia do dia 06 de outubro, em Belém.
No campus de Santarém, foi realizada, na segunda-feira, 03/10, uma grande reunião, com a presença de vários servidores técnicos-administrativos e docentes, onde ficou decidido que o campus ia acompanhar a decisão da Plenária. Houve inclusive a participação de um grupo de alunos, que se manifestou em apoio à categoria.
Já no campus de Itaituba, ocorreu uma reunião nesta terça-feira, 04, que contou com a participação do coordenador geral do Sinasefe-PA, Elcio Amaral, e do delegado Robhyson, além de um grande número de servidores, que votaram pela permanência da greve até a realização da próxima Plenária Nacional. Na ocasião, 22 servidores se filiaram ao Sinasefe-PA, e foram eleitos dois delegados sindicais – um professor e um técnico-administrativo -, constituindo assim a mais nova Delegacia Sindical do Sinasefe-PA. “Isso só foi possível graças à mobilização trazida pela nosso movimento grevista, o qual permitiu à nossa categoria se identificar e acreditar ainda mais no nosso sindicato, informou o coordenador geral do Sindicato.
 
Foto: arquivo do Sinasefe-PA
Última atualização em Ter, 04 de Outubro de 2011 17:34
 

Denúncias de irregularidades voltam a atingir direção do IFPA

Ter, 04 de Outubro de 2011 15:18
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Veja matéria no jornal O LIBERAL de hoje (04/10):

 

Bancários, Correios e professores do Estado continuam em greve

Ter, 04 de Outubro de 2011 14:50
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Última atualização em Ter, 04 de Outubro de 2011 15:18
 

Comando de Greve promove atividades no campus Belém

Ter, 04 de Outubro de 2011 14:18
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Última atualização em Ter, 04 de Outubro de 2011 14:50
 

Servidores do IFPA/Marabá realizam ato com outras categorias em greve

Ter, 04 de Outubro de 2011 13:58
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Servidores do IFPA, campus Marabá, realizaram ATO UNIFICADO nesta segunda-feira dia 03/10/2011, em Marabá, junto com outras categorias em greve, como bancários, funcionários dos Correios e professores da rede pública estadual. A atividade teve ampla cobertura da mídia local.

 

Última atualização em Ter, 04 de Outubro de 2011 14:15
 

Boletim 20 do SINASEFE e CNG

Seg, 03 de Outubro de 2011 17:26
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Trechos do Boletim informativo 20 do SINASEFE/CNG

 

Editorial

DA LUTA NÃO NOS RETIRAMOS!

No momento em que o cenário nacional não se mostrou favorável quanto à adesão de outras

categorias ligadas à educação (FASUBRA e ANDES) ao movimento grevista hoje conduzido pelo SINASEFE, veio à tona uma nova configuração do movimento de luta que já ultrapassa 60 dias. Esta conjuntura que sugere um suposto isolamento fez com que o processo de aprofundamento de questões ligadas ao conjunto da categoria fosse desencadeado nas bases de modo integrado. Tal processo promoveu um avanço nas reflexões que pareciam não tão claras quando o movimento ainda se mostrava atrelado aos desdobramentos da conjuntura mais ampla.

Diante deste novo cenário, ao se deslocar o foco de gravidade analítico-reflexivo para o processo de expansão da rede federal de ensino, foi possível dar visibilidade à situação precária que marca este processo de norte a sul do Brasil, questões há muito denunciadas pelo GT Políticas Educacionais do SINASEFE. Este movimento permitiu comprovar que aquelas pautas reivindicatórias que apontavam para questões referentes à precariedade da expansão - aspectos estruturais mínimos que garantam o funcionamento da instituição educacional, com condições para o desenvolvimento das atividades administrativa e docente (ensino, pesquisa e extensão), que compreendem, por sua vez, salas de aulas adequadas, laboratórios equipados, servidores valorizados e motivados para o trabalho - elementos estes que tocam a todos.

Esta perspectiva de análise estimulou uma reconfiguração das estratégias de luta que, longe de enfraquecer o movimento, permitiu a redescoberta dos Institutos Federais, uma vez que passam por um processo de transformação significativo frente à expansão da rede que colocou na ordem do dia a necessidade de “olharmos para dentro”, revirar nossas próprias entranhas em busca de elementos que nos unem enquanto categoria. O resultado disto, destacamos, foi a confirmação de que, mesmo aquelas reivindicações das bases que aparentemente se mostravam como específicas, a cada contexto dado possuem uma transversalidade que não pode ser desprezada.

Com efeito, seguindo as deliberações da 104ª Plena na qual as bases ratificaram, por ampla maioria, a necessidade de continuidade da greve com ações radicalizadas, construímos (CNG) e encaminhamos agenda de lutas que se converteu em atividades do movimento grevista. Estas atividades nos fizeram comprovar que temos totais condições de “caminharmos com nossas próprias pernas”, identificando elementos que nos unem e fortalecem enquanto categoria, que apontam para a integração dos laços que nos agregam em todo o Brasil, demonstrando que é possível sustentar uma greve de caráter e impacto nacionais, com reivindicações sólidas e pertinentes à totalidade da categoria e em defesa da educação em seu sentido mais nobre, com radicalidade, a despeito do descaso e intransigência do governo federal que continua a desprezar nossa força desde os primeiros dias de greve e que ainda insiste em ignorar o poder de luta e representatividade do SINASEFE, sobretudo ignorando a legitimidade da greve. 

Vivemos um momento de mudanças, um tempo de renovação das forças de luta que muito se deve às novas possibilidades históricas postas pelo processo de expansão da rede federal e, não menos, pelas feridas abertas por este mesmo processo que atingem em cheio os/as servidores/as que compõem os Institutos Federais em todo o país. Devemos sustentar a determinação em revelar à sociedade o calcanhar de Aquiles do governo federal que vem promovendo a expansão das redes federais de ensino sem considerar sequer compromissos básicos em relação às carreiras de servidores envolvidos no processo, bem como com a qualidade da educação pública neste país, haja vista o claro posicionamento privatista do governo federal ao investir pesado em programas como o PRONATEC.

 

Por fim, cabe lembrar, que uma greve no SINASEFE, ao paralisar a rede federal de educação básica, técnica e tecnológica, pode, inclusive, inviabilizar o ano letivo devido à postura autoritária e intransigente do governo federal. É a partir deste entendimento que o Comando Nacional de Greve sustenta a necessidade de união e radicalização do movimento grevista. Aos que sentem seu espírito abatido pelo cansaço da extenuante batalha, lembramos o grito dos quilombolas com quem estivemos em manifestação na frente do Palácio do Planalto: “Movimento quilombola nunca está cansado, melhor morrer lutando do que ser escravizado”. Comando Nacional de Greve do SINASEFE

 

Boletim Especial de Greve nº 20 - 30/09/2011

Atividades recentes do Comando Nacional de Greve

O Comando Nacional de Greve, seguindo as deliberações da 104ªPLENA, realizou atividades de radicalização em Brasília. No dia 26/09, conforme informado em comunicado anterior, após um ato na frente do Palácio do Planalto, uma comissão conversou com assessores da Presidência. Apesar das promessas de intermediação feitas na ocasião, a resposta dada, no dia seguinte, de que o governo (MPOG) não recebe entidades em greve, não trouxe avanços para as negociações. A comissão também solicitou uma reunião com a presidente da República e a ministra-chefe da Casa Civil. O assessor comprometeu-se a encaminhar a solicitação. Seguindo orientações da assessoria, o CNG protocolou ofícios no MEC, MPOG, na Casa Civil e no Palácio do Planalto, solicitando audiências.

 

No dia 27/09 o CNG esteve no aeroporto de Brasília, com faixas e panfletos destacando a greve do SINASEFE. Foram abordados alguns parlamentares que dialogaram e se mostraram solidários ao movimento, enquanto outros, como a senadora Marta Suplicy, do PT-SP, se limitaram a dizer que são contra a greve.

Enquanto fazíamos a manifestação, uma equipe de reportagem da TV Record estava fazendo reportagens no local e algumas palavras de ordem, como “Educação na rua, Dilma a culpa é sua”! foram transmitidas ao vivo.

No dia 28/09, no Congresso Nacional, o CNG acompanhou as atividades da Comissão de Educação e Cultura da Câmara durante a manhã e marcou uma reunião com parlamentares do colegiado à tarde. Participaram da reunião com a presidente da comissão, deputada Fátima Bezerra (PT/RN), a deputada Dorinha (DEM/TO), deputado Reginaldo Lopes (PT/MG) e integrantes do CNG.

Dando continuidade às atividades no Palácio do Planalto, nesta quinta-feira, 29/09, o CNG, acompanhado de servidores e alunos do IFB, se manifestou novamente para cobrar uma resposta aos ofícios anteriormente protocolados. Após cerca de 40 minutos de vuvuzeladas, foi recebida uma comissão formada por integrantes do CNG, servidores e alunos do IFB. O assessor da presidência, Manoel Messias, expôs claramente a postura do MPOG de não negociar com grevistas e reafirmou que isso é uma postura de governo, ponderando que ela poderia ser alterada, mas não precisou como. Para finalizar, o assessor disse que tentaria junto à ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, uma intervenção para abertura de negociação com MPOG.

 

Comentários do CNG: Planalto: É importante salientar que os membros da comissão que participaram da conversa com o assessor da presidência tiveram nitidamente a impressão de que as ações do CNG estão efetivamente incomodando o governo.

Aeroporto: Infelizmente, até o momento, a suposta solidariedade apresentada por parlamentares não ultrapassou os discursos demagógicos. Congresso Nacional: Durante a reunião, a deputada Fátima Bezerra reproduziu o discurso do governo federal, afirmando que é postura do governo não negociar com categoria em greve. O que não é verdade, uma vez que a FASUBRA suspendeu a greve e não foi chamada para negociação. Como acreditar, que após uma possível suspensão da greve, o governo negociaria conosco? O tão esperado apoio para abrir as negociações para se

construir o fim da greve não ocorreu. Tudo o que conseguimos com a Comissão de Educação, na proposição da deputada Fátima Bezerra, foi um vago compromisso de que uma comissão de deputados (as) já formada se comprometesse a intermediar uma conversação com o MPOG após a suspensão da greve.

 

 

OBSERVAÇÃO: É importante o repasse do fundo de greve, conforme reforçado na 104ªPLENA, para a
manutenção da greve. Desde já, agradecemos aquelas seções que já repassaram os valores.
PROGRAMAÇÃO ATO DE 04 DE OUTUBRO
09h em frente à Catedral - Recepção e concentração das caravanas
Ações previstas para o período da manhã: protesto em frente ao MEC e MPOG
11h30 – Almoço
Após o almoço seguiremos em caminhada até o Palácio do Planalto encenando uma marcha
fúnebre pela “morte da educação”. Frase de ordem: “Por falta de negociação, morreu a educação”.
Traje para o ato: camisa preta
 
Comando Nacional de Greve: Altair Guedes (Sergipe-SE), André Aristóteles (Januária-MG), Bernardo Biesseck (Cáceres-MT), David Montenegro (Sindsifce/Fortaleza-CE), Érica Tupiná (Januária-MG), Fábio Santos (Natal-RN), Glácio Menezes (Natal-RN), Jean Magno (São Luiz Maracanã-MA), Jussara Pereira (Pelotas-RS), Kátia Mota (Sindscope-RJ), Leonardo Martineli (Colatina-ES), Luiane de Araújo (Luziânia-GO), Luiz Roberto (Natal-RN), Margareth Cunha (Sindscope-RJ), Marta Jane (Anápolis-GO), Plácido Alvino (Pará), Rogerio Faria (Brasília-DF), Sérgio Roberto (Palmas- TO).
Direção Nacional: Tânia Guerra, Sílvio Rotter.

Análise do quadro de greve

O atual quadro da greve aponta para continuidade do movimento em âmbito nacional, com exceção de alguns poucos estados que suspenderam a greve, juntamente com aqueles que não têm seções sindicais ou que não entraram em greve. O quadro elaborado pelo CNG permite a visualização nacional do cenário.

Podemos constatar que a greve continua forte na maioria dos estados com um percentual alto de continuidade no movimento, isto é, das seções/campi que entraram em greve, a maioria continua com a certeza de que permanecer na greve é o melhor caminho para consolidar a força histórica do nosso sindicato e da nossa categoria em âmbito nacional.

Fizemos opção por fazer uma análise quantitativa e qualitativa dos números atuais em virtude de entendermos que somente os números, pura e simplesmente, poderiam levar à falsa conclusão de que se trata de um recuo generalizado o fato de que apenas quatro Estados tenham suspendido a greve: Santa Catarina (3 seções / 23 campi), Alagoas (1 seção / 11 campi), Amazonas (1 seção / 1 campus) e Roraima (1 seção / 3 campi). Do total de campi que suspenderam a greve, 61% é desses Estados citados anteriormente. Ressalte-se também que desses campi, 54% são de apenas 2 Estados[1].

Fica evidente que a greve continua forte na maioria dos Estados, com exceção daqueles poucos como já dito anteriormente, que a suspenderam. Na verdade, das seções que chegaram a deflagrar greve, decididas a confrontar o governo e denunciar o descaso com a educação pública e a expansão precária dos Institutos Federais, um percentual superior a 73% continua forte no movimento, bastando para se convencer disso olhar a nossa volta, nos nossos locais de trabalho: todos/as estão indignados/as. A categoria continua firme na luta por nossa pauta de reivindicações no MEC e no MPOG.

Todos em Brasília no dia 04/10/2011! Até a vitória!

Consideramos como 100% o número de 228 campi que corresponde ao pico de adesão à greve, desde 01/08/2011 até o presente momento. Sobre este universo incidem os cálculos percentuais acima explicitados. 

Última atualização em Ter, 04 de Outubro de 2011 18:06
 

Bom Dia Brasil: Alexandre Garcia comenta tratamento "medíocre" dispensado à educação brasileira

Sex, 30 de Setembro de 2011 17:44
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No programa Bom Dia Brasil, desta sexta-feira, 30/09/2011

Última atualização em Sex, 30 de Setembro de 2011 18:24
 

Campus Industrial de Marabá decide manter a greve

Qui, 29 de Setembro de 2011 11:15
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Servidores do IFPA, campus Industrial de Marabá acabaram de realizar uma reunião de avaliação da greve, em que os presentes decidiram, por maioria, pela continuação da greve nacional dos trabalhadores da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica. As informações foram enviadas à redação do site pelo Assistente Administrativo, Fabiano dos Santos Rodrigues.  A decisão já foi comunicada ao Comando Nacional de Greve (CNG).

Última atualização em Qui, 29 de Setembro de 2011 11:17
 


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