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Sinasefe-PA participa de reunião do Fórum Estadual de Luta

Dom, 07 de Agosto de 2011 21:00
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  Representado pelo seu coordenador geral, o professor Adalciléio Lúcio Duarte, o Sinasefe-PA participou, na última sexta-feira, dia 05, na sede do Sindtifes, na UFPA, da última reunião do Fórum Estadual de Luta dos Servidores, que agora foi ampliado para Fórum Estadual de Luta dos Trabalhadores, com a inclusão de novas entidades, como o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil no Pará, que também estave presente.

JORNADA
   Na reunião, foi aprovada a participação conjunta dessas entidades na Jornada Nacional de Lutas, movimento que vai ocorrer nacionalmente, entre os dias 17 e 26 de agosto, e tem entre suas principais reivindicações o aumento geral dos salários, a redução da jornada de trabalho, a suspensão dos cortes no orçamento e o combate à corrupção, além de várias outras, numa tentativa de unificar todas as lutas da classe trabalhadora no país.

  Também foi aprovada a realização de protestos simultâneos na Região Metropolitana de Belém no dia 17/08. A principal dessas manifestações deve ocorrer na Avenida Augusto Montenegro, na altura do trevo do Conjunto Satélite, onde o Fórum espera concentrar o maior número de manifestantes, a partir das 9h.

UNIDADE
também participaram da reunião o Sindtifes (ex-Sintufpa), que se encontra em greve na UFPA, o Sintsep-PA, que congrega os trabalhadores no Serviço Público no Pará, o Sintepp, dos professores do Estado, o Sintprevs-PA, além das centrais sindicais Conlutas e Intersindical.

As entidades lamentaram (e fizeram autocrítica) que o “Fórum” tenha se desmobilizado após a realização do Ato vitorioso do dia 28 de Abril, quando cerca de 3 mil manifestantes percorream as ruas de Belém, defendendo as bandeiras do movimento.

“O Sinasefe-PA vai fazer a sua parte na luta por um serviço público mais fortalecido, o qual também se dá com a valorização dos seus profissionais, o que não está ocorrendo”, registrou o representante do Sinasefe em sua intervenção.

 

Jornal Cidadão: AGORA É GREVE

Dom, 31 de Julho de 2011 21:00
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Última atualização em Seg, 22 de Agosto de 2011 10:25
 

MOÇÃO DE APOIO - Movimento dos Trabalhadores de Cultura

Qui, 28 de Julho de 2011 21:00
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9 de julho de 2011
Coordenação nacional

 

 

Nós da Intersindical apoiamos o Movimento dos Trabalhadores de Cultura que estão nesse momento ocupando as dependências da Funarte, em São Paulo, por políticas públicas estruturantes que garantam condições dignas de trabalho para os Trabalhadores de Cultura e, para todo o povo, maior acesso aos bens culturais. Estamos juntos contra as leis de renúncia fiscal, como a Lei Rouanet, que só beneficia a iniciativa privada; pelo imediato descontingenciamento de 2/3 do orçamento destinado à cultura no Brasil; pela aprovação dos Projetos de Emenda Constitucional 236 (que garante a cultura como direito social) e 150 (que prevê a destinação de 2% do orçamento para a cultura).

 

Entendemos que essa luta é de todo@s!

 

 

Saudações.

 

São Paulo, 29 de julho de 2011.


Fonte: www.intersindical.inf.br

 

 

A educação em estado de greve

Ter, 26 de Julho de 2011 21:00
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27 de julho de 2011
Fonte: Brasil de Fato

 

 

 

 

É consenso entre todas as pessoas, nos mais variados campos ideológicos. Não se constrói um país, com economia sólida, nem se conquista a emancipação das grandes massas, sem um padrão educacional de qualidade. Está no discurso de qualquer pessoa pública. Embora existam diferentes concepções do que seria “educação de qualidade”, ninguém questiona a sua centralidade em qualquer programa de governo. Torna-se, portanto, vergonhoso que o Brasil ainda apresente desempenho tão ruim no setor, e ainda ocupe, frequentemente, as piores posições em rankings. Há de se considerar alguns avanços nos últimos anos, especialmente a partir de 2008. Entretanto, muito aquém do que se supõe num setor que, por quase unanimidade, é considerado o mais estratégico de qualquer país.

 

 

 

 

 

 

 

Nas últimas semanas, a educação brasileira tem chamado especial atenção dos movimentos sociais. Em um momento de sutil ressurgimento de mobilizações populares, aparece uma série de greves no setor. Os servidores das universidades federais foram um dos primeiros a decretar a paralisação. Pelo menos três estados também vivem situações de greve: Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Norte. O Espírito Santo acaba de sair de uma. Por que surgiram agora? O cenário teria mudado nos novos governos, federal ou estaduais? Seria fruto do natural reordenamento político que um novo quadro eleitoral gera?

 

Para o educador da UERJ, Gaudêncio Frigotto, as causas das recentes greves seriam: “a situação salarial que obriga (alguns) professores a três jornadas de trabalho; as condições das escolas onde atuam, que têm se agravado nas duas últimas décadas com o avassalador avanço do pensamento mercantil na organização dos conteúdos; e métodos de ensino, avaliação e de férreo controle sobre os professores”. Segundo ele, a declaração recente à imprensa de Wilson Risolia, secretário estadual de Educação do Rio, ajuda a explicar o problema. “Penso na educação como um negócio. A vida é assim, premia quem é melhor. Vamos fazer avaliações periódicas, que servirão de base para um sistema de bonificação”, disse Risolia.

 

A mobilização no Rio Grande do Norte talvez seja a mais expressiva, atualmente. Há dois meses, o país conheceu Amanda Gurgel. Em audiência pública na Assembleia Legislativa, as corajosas denúncias da professora potiguar alcançaram mais de dois milhões de acessos no youtube. Tomando por base seu exemplo pessoal, denunciou o caos na educação do Estado. “Em nenhum momento, em nenhum governo, a educação foi uma prioridade aqui. Estamos aceitando o caos educacional como uma fatalidade?”, perguntou.

 

Avanço quantitativo

Josivan Barbosa Menezes, reitor da Universidade Federal Rural do Semi-árido (Ufersa), de Mossoró (RN), considera as greves pontuais. Para ele, o governo federal mantém a política da gestão anterior, que seria de estímulo às educações superior e tecnológica. “Durante o governo Lula, o Ministério da Educação (MEC) passou a ter uma visão mais sistêmica. Lula criou 14 universidades, fez concursos. Mas os ensinos básico e médio são, em geral, atribuições de municípios e estados. Essa greve dos servidores teve adesão de menos de 10% aqui no Rio Grande do Norte”, defendeu.

 

Para Frigotto, realmente houve avanços nos últimos anos. O problema, no entanto, seria a concepção de Educação. Como exemplo, ele cita o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). “O Fundeb tem o mérito de ampliar o universo do atendimento, atendendo a educação infantil e o ensino médio. Mas o aumento de recursos não é suficiente para que tenham impacto efetivo sobre as condições de trabalho, salário e infraestrutura necessárias. Aumentou-se os recursos, mas o número de alunos atendidos aumentou mais, proporcionalmente”, diz.

 

Para ele, os avanços recentes são apenas quantitativos. Desde a década de 1990, a concepção pedagógica que orienta a política educacional teria piorado de forma crescente. “O ideário produtivista e mercantil dominou o pensamento educacional contrapondo-se à concepção histórica crítica de educação”, afirma. No Congresso Nacional, uma série de projetos com forte apoio de certas bancadas preocupam os movimentos sociais. O PL 549, por exemplo, congelaria salários por dez anos. Também há o PL 248, que estabelece regras de demissão de servidores, e o PL 1749, que regulamenta a privatização dos hospitais.

 

Leandro Uchoas - RJ

 

 

Marcha por uma Copa do Povo

Ter, 26 de Julho de 2011 21:00
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27 de julho de 2011
Virus Planetario - Comitê Popular Rio da Copa e das Olimpíadas

 

 

 

“Você pensa que a Copa é nossa?” – essa é a pergunta proposta pelo Comitê Popular Rio da Copa e das Olimpíadas. O objetivo é fazer a população refletir sobre as mudanças que já vem acontecendo em todo o país devido aos eventos esportivos de 2014 e 2016


Além dessa, existem muitas outras perguntas: para quem são direcionados os benefícios desses grandes eventos?; o conjunto da população terá acesso a esse benefícios ou os grandes empresários do esporte, da especulação imobiliária e de diversas outras áreas lucrarão?; as contas e os orçamentos das grandes obras chegarão à população brasileira? A partir desses questionamentos, o Comitê pretende incentivar o debate entre o povo brasileiro. Trata-se de um convite à luta por direitos, como no caso das remoções que tem ocorrido em toda a cidade do Rio, em nome de obras como a Transcarioca.

 A Federação Internacional de Futebol (FIFA) tem feito diversas exigências ao Brasil para a realização da Copa do Mundo. Uma delas, por exemplo, é o fim da meia entrada para venda dos ingressos dos jogos. O Congresso Nacional flexibilizou a Lei de Licitações no Brasil com o objetivo de “acelerar as obras da Copa”. A iniciativa dá margem a eventuais negociatas com empresas, e ao superfaturamento do orçamento. É emblemático que tenha ocorrido na mesma semana em que se divulgou que a FIFA envia “sugestões” de empresas às cidades sede da Copa. A mesma FIFA que foi vítima, no último mês, de seguidas denúncias de compra de votos e de corrupção.

 O humorista Marcelo Adnet fez, na semana passada, um vídeo satirizando o comportamento da FIFA nas cidades-sede de Copas do Mundo. A música é uma paródia do grupo de funk Avassaladores. Na letra, Adnet fala sobre os “segredinhos” escondidos pela FIFA e pela CBF para enriquecer seus dirigentes.

Diante das tentativas claras de impedir a população de ter acesso às informações sobre as obras realizadas nos estádios e do silêncio da mídia corporativa com relação às remoções, o Comitê está organizando um ato por uma Copa do Povo. A atividade acontecerá no Largo do Machado,dia 30 de julho a partir das 10h, indo em direção à Marina da Glória.

Os governos falam o tempo todo que a Copa e as Olimpíadas trarão benefícios para o Rio e para o Brasil. Mas benefícios pra quem? O custo de vida e o aluguel não param de aumentar, famílias são removidas das suas casas, ambulantes e camelôs, proibidos de trabalhar.

Mais: eles estão gastando dinheiro público nas obras e apresentaram uma lei para não prestar contas depois. Pra piorar, a Fifa, a CBF e o seu presidente, Ricardo Teixeira, organizadores da Copa, sofrem várias denúncias de corrupção.

Tudo indica que com a Copa e as Olimpíadas vamos repetir em escala muito maior a história do Pan-americano de 2007: desvio de dinheiro público, obras grandiosas, mas inúteis depois das competições, benefícios só para os empresários amigos do poder e violação dos direitos de milhares de brasileiros.

As remoções de famílias atingidas pelas obras estão acontecendo de forma arbitrária e violenta. Essa situação já foi denunciada inclusive pelas Nações Unidas. Os jogos estão sendo utilizados como desculpa para instalar um verdadeiro Estado de Exceção, com violação sistemática dos direitos e das leis.

Deste jeito, qual será o legado dos megaeventos? A privatização da cidade, da saúde e da educação? A elitização do futebol e dos estádios? O lucro e os benefícios com isenções e empréstimos subsidiados com o nosso dinheiro para empreiteiras? O lucro da copa é dos empresários, mas a dívida é nossa. Vamos permitir que as histórias da Grécia e da África do Sul se repitam?

Junte- se a nós! Vamos juntos mudar este resultado, venha lutar.

Venha bater uma bola com a gente no Largo do Machado,dia 30 de julho a partir das 10h, indo em direção à Marina da Glória.

Remoção zero!

Cidade não é mercadoria!

Não a privatização das terras e recursos públicos, dos aeroportos, da educação e da saúde.

 

Ato do Dia 28 de Abril - Belém (PA)

Qua, 27 de Abril de 2011 21:00
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