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Reforma da Previdência: se governo Temer colocar pra votar, dia 19 Brasil vai parar!

Qua, 13 de Dezembro de 2017 10:15 CarolPombo
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O governo Temer está disposto a atender aos pedidos do empresariado e aprovar a Reforma da Previdência antes de fechar o ano de 2017. Apesar das dificuldades para angariar votos favoráveis à aprovação, Temer ganhou fôlego com o recuo da greve nacional de 5 de dezembro e está em forte toma lá dá cá com os políticos em troca de votos.

É preciso resistir e intensificar a luta para defender a aposentadoria dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiras. É preciso barrar essa reforma.

Os trabalhadores dos transportes do Estado de São Paulo já aprovaram em plenária nesta última segunda-feira (11) que se colocarem pra votar a Reforma da Previdência, eles farão Greve Geral dia 19. Também vão cobrar das Centrais Sindicais que marquem a Greve Geral nesta reunião que vão realizar quinta-feira (14).

Na semana passada houve plenária de diversas entidades em São Paulo que também aprovaram cobrar que as Centrais Sindicais marquem a Greve Geral.

Dirigentes do Movimento Pequenos Agricultores estão acampados na Câmara dos Deputados em greve de fome desde terça-feira (5/12) em protesto contra a reforma da Previdência.

A CSP-Conlutas novamente defenderá na reunião das Centrais Sindicais a marcação da Greve Geral no próximo dia 19. Precisamos aprovar essa reivindicação às centrais em todas as reuniões, assembleias e plenárias que realizarmos.

Estamos num momento decisivo. É necessário que entidades e movimentos filiados intensifiquem a mobilização nessa semana contra a Reforma da Previdência. Também articulem plenárias, assembleias e reuniões unitárias em todos os estados.

Vamos propor a todos os sindicatos, independente das centrais a que são filiados, que votem também, em suas bases, a rejeição às reformas e o chamado a que as centrais convoquem a Greve Geral.

A CSP-Conlutas se manterá nas ruas, nos locais de trabalho, nas escolas, nas universidades, nas lutas dos movimentos sociais e pronta para convocar a Greve Geral em defesa da aposentadoria dos trabalhadores.

Fonte: CSP-Conlutas
 

Artigo: As greves e a luta contra a Reforma da Previdência. Por Gibran Jordão

Qua, 13 de Dezembro de 2017 10:12 CarolPombo
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Nesse dia 10 de novembro faz um mês que a Fasubra está em greve, no centro da pauta está a luta em defesa da Carreira dos Técnicos das Universidades Federais. Na pauta geral do funcionalismo também está a luta contra a Reforma da Previdência.

Infelizmente, somente a Fasubra encontrou condições para fazer uma greve contra os ataques do governo ao funcionalismo, por muito menos fizemos grandes greves unitárias do funcionalismo num passado recente. Esse fato expressa um momento onde os trabalhadores não estão em rebelião de base generalizada e precisa muito contar com a unidade no movimento mais geral, trata-se de um momento que o papel das centrais é decisivo para dar confiança, coesão e segurança aos trabalhadores de irem à luta!

Por todo país os comandos locais de greve da Fasubra planejaram e fizeram manifestações nas universidades, debates com a comunidade, manifestações em conjunto com outras entidades do funcionalismo, protestos contra os deputados nos aeroportos, audiências publicas no senado e na câmara, centenas de assembleias e reuniões nos locais de trabalho mobilizando milhares de trabalhadores. Em Brasília foi um sucesso a caravana dos dias 27 e 28, como também a manifestação do “sopão” na casa do presidente da Câmara Rodrigo Maia gerou repercussão nacional. A greve da Fasubra é um exemplo para todos nós e temos que cercá-la nesse momento de solidariedade.

O fato da maioria das entidades do funcionalismo não estarem em greve não significa também que não há iniciativas e mobilização impulsionada por varias entidades, pelo Fonasefe e Fonacate que tem contribuído para a disputa da opinião publica e tensionado o Congresso Nacional.

Não é difícil compreender que para derrotar a Reforma da Previdência é preciso um movimento que mobilize milhões nas ruas, ganhe a opinião publica e faça um grande dia de paralisação nacional com manifestações em todo país e até mesmo uma greve geral. Infelizmente não houve acordo na reunião das centrais sindicais em já marcar uma data para a greve nacional, o governo está lutando com muito empenho para aprovar a reforma da previdência,  é preciso que o movimento sindical responda a altura. Se há acordo nisso, as grandes centrais erraram em suspender a greve do dia 05 e erraram mais uma vez em não marcar para o dia 18 ou 19 de dezembro. Excluo aqui a CSP-Conlutas, CTB e Intersindical das criticas, porque essas centrais foram contra a suspensão da greve e se posicionaram a favor de marcar uma data. Toda solidariedade também com os sindicatos e dirigentes de base da CUT e da Força Sindical que também querem construir desde já um dia de greve geral e não concordam com a cúpula dessas centrais.

O governo Temer está com dificuldades concretas de convencer sua base aliada e não conseguiu ainda alcançar os 308 votos para aprovar a reforma da previdência. Uma greve nacional convocada por todas as centrais em frente única contra a reforma da previdência seria uma pá de cal nos planos de Temer e do capital.

O significado da não aprovação da Reforma da Previdência esse ano fortalece a autoestima dos trabalhadores e a compreensão que é preciso lutar e é possível vencer, as centrais majoritárias erram também em não aproveitar essa oportunidade para dar protagonismo aos trabalhadores e as ideias anticapitalistas, em tempos de MBL, Bolsonaro e outras expressões semi fascistas ganhando terreno social.

No dia 14 o governo está anunciando que vai começar as discussões no congresso nacional sobre a reforma da previdência para votar por volta do dia 18. As centrais sindicais tem uma reunião em São Paulo também no dia 14 e vão decidir se marcam ou não um dia de greve geral. É possível derrotar Temer e a reforma da previdência esse ano, e tudo vai depender do papel que as direções majoritárias do movimento irão cumprir, sendo categórico, o que a direção da CUT e da Força Sindical vão fazer?

Por fim, presto aqui minha solidariedade e seria adequado que todas as entidades sindicais pudessem também enviar mensagens de solidariedade a greve de fome que ativistas dos movimentos sociais estão fazendo em Brasília no congresso nacional contra a Reforma da Previdência.

Gibran Jordão, Coordenador Geral da Fasubra e membro da Secretaria Executiva  Nacional da CSP-Conlutas

Fonte: CSP-Conlutas
 

Intensificar as lutas contra a Reforma da Previdência

Qua, 13 de Dezembro de 2017 10:05 CarolPombo
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IntensificarlutasCSP 11 12 17Realizada neste último final de semana (de 8 a 10/12), em São Paulo, reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas aprovou resolução para intensificar as lutas contra a Reforma da Previdência. O SINASEFE esteve representado nesta atividade por dirigentes nacionais e militantes de diversas Seções Sindicais. Dentre as ações previstas para intensificar a mobilização está a realização de um dia de lutas nesta quarta-feira (13/12) e a indicação para que entidades e movimentos articulem plenárias/assembleias/reuniões unitárias para aprovar a greve no dia 18/12/2017, data provável de votação da Reforma.

Greve Geral para derrotar a Reforma da Previdência: se colocar pra votar, vamos parar!

O governo Temer está disposto a atender aos pedidos do empresariado e aprovar a Reforma da Previdência antes de fechar o ano de 2017. Apesar das dificuldades para angariar votos favoráveis à aprovação, o governo ganhou um fôlego com o recuo da greve nacional de 5 de dezembro e está em forte toma lá dá cá com os políticos em troca de votos. É preciso resistir e defender a aposentadoria dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiras. É preciso barrar essa reforma. A CSP-Conlutas tem defendido a necessidade de uma greve geral para derrotá-la e se posicionou de maneira firme contra a cúpula da maioria das centrais ao desmarcar a greve nacional do dia 5.
Fizemos um chamado nacional a que se mantivesse o dia de luta, com mobilizações e atos na maioria das capitais e paralisações em algumas delas. A CSP-Conlutas foi parte importante da manutenção das atividades do dia.

Na última reunião das centrais, realizada nesta sexta-feira (8), a CSP-Conlutas defendeu a marcação imediata da greve geral, entendendo que é fundamental uma data para preparar a paralisação. Entretanto, a maioria das centrais defendeu que ao não ter marcada a votação da reforma, não é possível marcar a paralisação. Assim ficou aprovado que a greve será convocada imediatamente caso seja marcada data para a votação no Congresso Nacional.

A partir da decisão das centrais, nos próximos 15 dias haverá uma jornada de lutas com a palavra de ordem: "Se colocar em votação, o Brasil vai parar". Foi aprovada a realização de plenárias estaduais que organizem mobilizações unitárias de cidades de todo o país, assembleias de trabalhadores, protestos em aeroportos, manifestações e protestos dos movimentos sociais.

Diante de tal resolução, a CSP-Conlutas convoca todas as suas entidades e movimentos a realizarem uma forte mobilização a partir desta semana para impedir a votação da Reforma da Previdência.

A CSP-Conlutas estará nas ruas, nos locais de trabalho, nas escolas, nas universidades, nas lutas dos movimentos sociais e pronta para convocar a greve geral em defesa da aposentadoria dos trabalhadores.

É preciso buscar reativar os "Comitês de luta contra as reformas da previdência e trabalhista", de maneira ampla. Fazer o chamado aos sindicatos e às centrais em cada estado e região para construir esses espaços de unidade de ação e fortalecer desde baixo um movimento contra as reformas.

Cumprindo o seu papel de unificar os trabalhadores organizados em sindicatos e movimentos populares, estudantil e de luta contra a opressão, precisamos construir esses espaços também em parceria com tais movimentos, incorporando suas demandas e lutando de maneira conjunta.

Frente à traição das cúpulas das grandes centrais sindicais, que cancelaram a convocação da greve nacional do dia 05/12. E frente à continuidade da trégua imposta por estas centrais que na sua última reunião se recusaram a apontar a construção de um plano de luta e uma nova greve geral, a CSP-Conlutas vai denunciar em seus materiais essa traição e a trégua das centrais exigindo a construção de uma nova greve geral já, construída a partir da base, com assembleias e comitês por local de trabalho e estudo que seja capaz de barrar a reforma da previdência e revogar a reforma trabalhista.

Neste sentido, vamos propor a todos os sindicatos, independente das centrais a que são filiados, que votem também, em suas bases, a rejeição às reformas e o chamado a que as centrais convoquem a greve geral.

A Coordenação Nacional da CSP-Conlutas, reunida nos dias 08, 09 e 10 de dezembro de 2017, reafirma a necessidade de construir a greve geral contra a Reforma da Previdência, contra a implementação da reforma trabalhista, pela revogação da lei da terceirização e pelo Fora Temer e todos os corruptos do Congresso.

Plano de ação

1. Orientar as entidades e movimentos filiados a intensificar a mobilização/luta na próxima semana e na de votação da reforma da previdência, dada a sua real possibilidade para 18 de dezembro de 2017;

2. Orientar também que as entidades e movimentos articulem plenárias/assembleias/reuniões unitárias para aprovar a greve no dia 18.12.2017, data provável de votação da reforma da previdência;

3. Realizar um Dia Nacional de Luta, em 13 de dezembro, contra a reforma da previdência.

>> Anexo 1 à resolução da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas

>> Anexo 2 à resolução da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas

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>> Mulheres do SINASEFE convocam categoria à Greve Geral de 15/02 (02/12/2017)
>> Dia 05/12 é Greve Geral: vamos parar o Brasil contra a Reforma da Previdência (25/11/2017)

*Texto publicado originalmente no site da CSP-Conlutas, confira.

Fonte: CSP-Conlutas
 

Agenda 2018: Encontro de Mulheres será realizado em março

Seg, 11 de Dezembro de 2017 19:58 CarolPombo
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EncontroMulheresSinasefe 12 12 17“Por um sindicato classista e sem opressões!” este foi o tema escolhido para o Encontro Nacional de Mulheres do SINASEFE. Prevista para o mês de março de 2018, com data ainda a definir, a atividade será exclusiva para mulheres e realizada em Brasília-DF. Os detalhes foram definidos no sábado (02/12) durante reunião da Comissão Organizadora do evento, composta por mulheres da Direção Nacional e das bases do sindicato.

O grupo também elaborou uma proposta de programação e aprovou a identidade visual do evento. Como as demais atividades do SINASEFE, o Encontro de Mulheres terá o serviço de creche/cuidadores para comodidade das crianças que acompanharem as participantes.

Programação

Durante três dias de evento (noite de sexta-feira, sábado e domingo), serão realizadas três mesas de debates, apresentações artísticas, grupos de trabalho e uma plenária final.

Sexta-feira
Início: 17h
Apresentação artística
Mesa de abertura: Conjuntura Nacional e atuação política e sindical das mulheres
Sarau artístico e Coquetel

S
ábado
8h – 12h – Mesa de debates: Mulher, Raça e Classe: mulheres negras e indígenas
12h – 14h – Almoço
14h – 16h – Grupos de Trabalho
16h30min – 19h30min – Mesa de debates: Mulheres LBT: Gênero, Sexualidade, Visibilidade e Representatividade
19h30min – Programação Cultural

Domingo
8h – 12h – Mesa de debates: Violências: do assédio ao feminicídio
2h – 14h – Almoço
4h – 18h – Plenária Final

Participação

A Comissão Organizadora definiu a exclusiva presença de mulheres nesta atividade. Assim, solicita que as Seções Sindicais indiquem uma previsão do quantitativo de interessadas em participar do encontro, para um dimensionamento prévio da atividade. As pré-inscrições serão recebidas até o dia 20 de fevereiro de 2018 (estarão disponíveis em breve numa página específica do Encontro de Mulheres).

Preparativos

Com a participação de 13 mulheres, a primeira reunião da Comissão Organizadora aconteceu em Brasília-DF no último sábado (02/12). Confira as imagens da atividade.

Evento

Acompanhe as novidades do Encontro de Mulheres também no evento público do Facebook (disponível em breve).

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>> Mulheres do SINASEFE convocam categoria à Greve Geral de 05/12 (02/12/2017)
Última atualização em Qua, 13 de Dezembro de 2017 10:03
 

Centrais Sindicais se reuniram nesta sexta-feira de manhã e aprovam: Se colocar para votar, o Brasil vai parar

Seg, 11 de Dezembro de 2017 11:54 CarolPombo
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As Centrais Sindicais se reuniram nesta sexta-feira (8) de manhã para discutir a continuidade das lutas nacionais contra a Reforma da Previdência.

A CSP-Conlutas defendeu a marcação de uma data de Greve Geral entendendo que é fundamental uma data para preparar a paralisação. Entretanto, a maioria das centrais defendeu que ao não ter a votação da reforma marcada, não é possível marcar a paralisação. Assim ficou aprovado que a greve será convocada imediatamente caso haja data seja marcada data para a votação.

Haverá uma jornada de lutas nos próximos 15 dias com a palavra de ordem: “Se colocar em votação, o Brasil vai parar”. Foi aprovada a realização de plenárias estaduais que organizem mobilizações unitárias de cidades de todo o país, assembleias de trabalhadores, protestos em aeroportos, manifestações e protestos dos movimentos sociais.

Diante de tal resolução, a CSP-Conlutas convoca todas as suas entidades e movimentos a realizarem uma forte mobilização na próxima semana para impedir a votação da Reforma da Previdência. “Vamos manter a mobilização que já vínhamos fazendo. A CSP-Conlutas estará nas ruas, nos locais de trabalho, nas escolas, nas universidades, nas lutas dos movimentos sociais e pronta para convocar a Greve Geral na defesa da aposentadoria dos trabalhadores”.

Leia abaixo a nota unitária:

Centrais Sindicais: Se colocar para votar, o Brasil vai parar

As centrais sindicais repudiam e denunciam como mentirosa e contrária aos interesses do povo brasileiro a campanha que o governo Michel Temer vem promovendo para aprovar a contrarreforma da Previdência.

A Proposta enviada pelo Palácio do Planalto ao Congresso Nacional não tem o objetivo de combater privilégios, como sugere a propaganda oficial. Vai retirar direitos, dificultar o acesso e achatar o valor das aposentadorias e pensões dos trabalhadores e trabalhadoras de todo o Brasil, bem como abrir caminho para a privatização do sistema previdenciário, o que contempla interesses alheios aos do nosso povo e atende sobretudo aos banqueiros.

Quem de fato goza de privilégios neste País são os banqueiros e os grandes capitalistas, que devem mais de 1 trilhão de reais ao INSS, não pagam e, pior, não são punidos. Eles foram premiados pelo governo com as desonerações, a DRU (Desvinculação das Receitas da União), manobra que o governo faz para tirar dinheiro da Seguridade Social para pagar os juros da dívida incontáveis.

Os atuais ocupantes do Palácio do Planalto servem a essas classes dominantes. Tanto isto é verdade que o governo já havia desistido de aprovar a sua contrarreforma neste ano. Voltou atrás por pressão do chamado “mercado”, ou seja, do empresariado e seus porta-vozes na mídia.

A fixação da idade mínima para aposentadoria aos 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, assim como outras alterações nas regras da Previdência pública, vai prejudicar milhões de trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade.

A contrarreforma do governo é inaceitável para a classe trabalhadora e as centrais sindicais e tem custado caro aos cofres públicos. Por isto é rejeitada pela maioria dos brasileiros e brasileiras.

É falsa a ideia de que existe déficit da Previdência. Para melhorar as contas públicas é preciso cobrar mais impostos dos ricos, fazer com que os empresários paguem o que devem à Previdência, taxar as grandes fortunas, os dividendos e as remessas de lucros ao exterior.

As centrais reafirmam a posição unitária da classe trabalhadora e de todo movimento sindical contra a proposta do governo e convocam os sindicatos e o povo à mobilização total para derrotá-la.

CSB
CTB
CUT
Força Sindical
Nova Central
Pública
UGT
CGTB
CSP – Conlutas
Intersindical

Fonte: CSP-Conlutas
Última atualização em Seg, 11 de Dezembro de 2017 11:58
 

Nossos direitos não estão à venda! Em meio a luta contra reforma da Previdência, Temer promete R$ 500 milhões às Centrais

Qui, 07 de Dezembro de 2017 13:57 CarolPombo
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Em nota publicada no site da Folha de S. Paulo desta quinta-feira (7), é afirmado que, supostamente em reunião realizada entre Centrais Sindicais e o governo na última terça (5), Temer prometeu viabilizar R$ 500 milhões em Imposto Sindical para as entidades presentes.  Ainda de acordo com a nota divulgada pela grande imprensa, o dinheiro seria fruto de “um acordo entre as entidades, o MP, a Caixa e o governo”, e que “os R$ 500 milhões foram bloqueados por falhas no preenchimento de dados obrigatórios para o pagamento”.

O membro da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Luiz Carlos Prates, o Mancha declara que “a CSP-Conlutas ignora esta negociação, e se esta notícia for verdadeira, as centrais sindicais envolvidas, em meio a um momento onde o balcão de negócios do governo Temer está correndo solto, têm obrigação de esclarecer e impedir a votação da Reforma da Previdência, parando o País em uma grande Greve Geral em defesa da aposentadoria”, defende.

A CSP-Conlutas discordou do cancelamento da Greve Geral do dia 5 de dezembro, bem como da decisão de algumas Centrais de se reunirem com Temer naquele mesmo dia. A Central segue lutando ao lado da classe trabalhadora e mobilizando por baixo com todos que estão dispostos a derrotar esta Reforma que acaba com o direito à aposentadoria dos trabalhadores brasileiros, e aguarda resposta das demais Centrais a respeito da informação publicada nesta quinta-feira, além de esperar ação direta que vise barrar mais este ataque do governo Temer contra nossos direitos. “A omissão e o silêncio podem demonstrar a cumplicidade com este crime. Nosso direitos não estão à venda”, conclui Mancha.

Nossa aposentadoria não será rifada!

Confira as notas da Folha de S.Paulo e do Congresso em Foco abaixo:

Em meio a ofensiva pela Previdência, governo libera R$ 500 milhões para centrais sindicais

POR PAINEL

Mel na sua boca Em meio às negociações para a aprovação da reforma da Previdência, o Planalto fez um aceno às centrais sindicais que se opõem às mudanças. Michel Temer garantiu, na terça (5), que baixará portaria semana que vem para liberar o pagamento de cerca de R$ 500 milhões em verbas do imposto sindical que estavam retidas na União. O dinheiro é fruto de um acordo entre as entidades, o MP, a Caixa e o governo. O ministro Ronaldo Nogueira (Trabalho) vai assinar o texto.

Erro Os R$ 500 milhões foram bloqueados por falhas no preenchimento de dados obrigatórios para o pagamento.

Pela reforma da Previdência, Temer promete liberar R$ 500 milhões para centrais sindicais

Na busca por votos para aprovar a reforma da Previdência, o governo do presidente Michel Temer (PMDB) tenta suas últimas cartadas para votar o texto na Câmara ainda neste ano. Dessa vez, conforme informou o jornal Folha de S. Paulo, às centrais sindicais que se opõe ao texto, Temer garantiu que baixará portaria na próxima semana para liberar o pagamento de cerca de R$ 500 milhões em verbas do imposto sindical que estavam retidas na União.

O dinheiro, de acordo com o jornal, é fruto de um acordo entre as entidades, o Ministério Público, a Caixa Econômica Federal e o governo. O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, vai assinar o texto que garante o repasse. Conforme o texto publicado, os R$ 500 milhões foram bloqueados por falhas no preenchimento de dados obrigatórios para o pagamento.

A data da votação seque incerta, devido a quantidade insuficiente de votos garantidos pelo Planalto em prol do texto. Apesar do otimismo do governo, a soma ainda está distante dos 308 votos necessários para aprovação da proposta na Câmara. Maior interessado na causa, o PMDB, partido de Michel Temer, fechou questão e obrigará todos os seus membros a votar no projeto sob pena de expulsão em caso de descumprimento.

O PTB, do ex-deputado Roberto Jefferson, também fechou questão e apoiará o texto. O partido tem 16 deputados. Após uma semana de reuniões, promessas e negociações, amanhã (sexta-feira, 8) Temer e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidirão se o texto será ou não colocado na pauta de votações da Casa da próxima semana.

Na ofensiva governista, o Planalto está disposto a pôr em campo o mesmo pacote que serviu para salvar Temer de duas denúncias da Procuradoria-Geral da República (PGR), ambas sepultadas na Câmara: liberação de emendas parlamentares e recursos ministeriais, perdão de dívidas para setores estratégicos representados na Casa e até a ameaça de punição via fechamento de questão, que pode ser de suspensão de prerrogativas e até de expulsão. A postura do governo é apontada pela oposição como “balcão de negócios”. Vale até a ameaça velada do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, sobre a não liberação de R$ 3 bilhões a municípios, em 2018, caso a reforma não seja aprovada.

Fonte: CSP-Conlutas
 

Greve Geral é urgente: governo Temer corre para fechar apoio para aprovação da Reforma da Previdência

Qui, 07 de Dezembro de 2017 13:54 CarolPombo
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Esta quarta-feira (6) é mais um dia decisivo para Temer em busca dos votos necessários para a aprovação da reforma da Previdência. Hoje, líderes devem se reunir para um novo balanço sobre as intenções de voto dos deputados. Segundo cálculo atual do governo, faltam 56 votos para o mínimo de 308 que garantem a aprovação.

A Greve Geral, que estava programada para a última terça-feira (5), teria sido a mais importante estratégia para barrar este ataque de Temer. Por isso, a CSP-Conlutas expressou total discordância com a decisão da cúpula das demais Centrais Sindicais de cancelarem o dia de paralisação.

“Contudo, apesar deste recuo, ontem tivemos um grande dia de luta, com mobilizações e paralisações em vários estados do país. Isso só demonstrou a possibilidade que tínhamos de realizar uma grande Greve Geral”, avaliou o dirigente da Secretaria Executiva Nacional da Central, Luiz Carlos Prates, o Mancha.

A disposição e a indignação dos trabalhadores se expressa também em números de uma nova pesquisa Datafolha, realizada no fim de novembro, que revela que a rejeição ao trabalho do Congresso Nacional é a maior da história recente do país: 60% dos brasileiros consideram ruim ou péssimo o desempenho dos deputados federais e senadores.

É preciso marcar a Greve Geral

Segundo levantamento feito pela grande imprensa, apesar das articulações do governo, siglas aliadas como PSD, PP, PR, DEM e PRB ainda manifestam reticência em votar a reforma. Ciente dessa situação, é que o governo segue em forte campanha, não só com o habitual distribuição de verbas e cargos, mas também com retaliações, estabelecendo punições e até expulsões aos parlamentares que não “fecharem a questão” a favor da reforma. É assim que apesar do adiamento da votação, Temer não se mostra pessimista com os resultados de sua campanha.

“É necessário preparar a Greve Geral para o caso de o governo insistir nisso. Precisamos pressionar os deputados, mas principalmente, ter iniciativas de organizar pela base desde já os trabalhadores, a partir de iniciativas de setores combativos, como os metroviários de São Paulo, que convocaram uma reunião nesta quinta para organizar a luta e preparar a paralisação nacional para a próxima semana, caso a votação ocorra”, destaca Mancha.

A CSP-Conlutas não recuou no chamado para o dia 5 de dezembro, e as entidades filiadas mantiveram o caráter de mobilização com greves, paralisações e mobilizações contra a Reforma da Previdência. Principalmente no Sergipe e no Maranhão, os trabalhadores se rebelaram contra as Centrais Sindicais e realizaram um importante dia de luta.

“Não podemos esperar pelas ações das cúpulas das Centrais. Precisamos nos antecipar, desde a base com os sindicatos dispostos a assumir esta luta. Não podemos esperar nada daquele Congresso corrupto que já está sendo comprado por Temer”, concluiu Mancha.

Em nota do dirigente da SEN, Atnágoras Lopes, além do repúdio ao encontro ocorrido entre Centrais e governo Temer, é salientada a importância de seguir pressionando as Centrais para que a Greve seja de fato construída, uma vez que a reforma só será barrada nas ruas e com paralisação nacional.

A CSP-Conlutas estará presente na reunião no Sindicato dos Metroviários e também confirmou presença em reunião convocada pela CTB, na sede da CUT, na sexta-feira (8).

Fonte: CSP-Conlutas
 

Nota da CSP-Conlutas/PA em repúdio às agressões contra Aílson Cunha, membro da SEN estadual

Qua, 06 de Dezembro de 2017 15:53 CarolPombo
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AilsonCunha 05 12 17
Companheiro também é dirigente do sindicato dos trabalhadores da construção Civil de Belém (PA)


Ontem, (5/12), Dia Nacional de Lutas, Greves, Paralisações, durante o ato contra as reformas, o companheiro Ailson Cunha, coordenador do STICMB- PA (Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Belém), filiado à CSP-Conlutas, e também integrante da Secretaria Executiva Estadual foi agredido pelo presidente da CUT/PA (Martinho) e o presidente da CTB/PA (Cleber Rezende), ao denunciar estas centrais que desmontaram a Greve Geral.

A CUT e a CTB romperam a unidade do ato contra a reforma que ataca a classe trabalhadora, desmobilizaram a Greve Geral e, como se não bastasse, partiram para a agressão física contra Ailson (dirigente STICMB). A CSP-Conlutas já havia soltado uma nota com sua posição política que reafirmava que foi um grave erro as centrais desmobilizarem a Greve Geral, ferramenta de luta que possibilitava enterrar de uma vez por todas a reforma da previdência e colocar para fora Temer e todos os corruptos.

Nós, entidades filiadas a CSP-Conlutas e demais entidades do movimento social e sindical, denunciamos as agressões ao companheiro, que teve a fala cerceada e repudiamos as ações desses dirigentes que deveriam respeitar a democracia operária, pois nossas divergências devem se manter no campo político e não podem ser resolvidas com agressões.

Ressaltamos que a atitude solidária das entidades presentes em defesa do companheiro Ailson foi muito importante para fortalecer o campo da classe trabalhadora que quer lutar contra as reformas, além de manter o ato que seguiu com mais de 70% dos presentes. Seguiremos na luta em defesa dos direitos dos trabalhadores e contra os ataques dos governos e patrões!

Executiva da CSP-Conlutas/Pará
Sindicato da Construção Civil de Belém
Adufpa
Sindipetro
Movimento Nacional Quilombo Raça e Classe
Revide – Oposição na Educação
Aeba
Movimento Xingu Vivo
Iamas
Mover Sindical
LS-PSOL
Unidos para Lutar
MNOB (Movimento Nacional de Oposição Bancária)
Sintsep-PA
Asfunpapa
Sindtifes
Juntos
Sinasefe
Sinduepa
Asconpa
Juventude Vamos à Luta
Combate – Classista e pela Base
CST-Psol
Anel
Luta Popular
MML (Movimento Mulheres em Luta)
PSTU
MAIS/PSOL

Fonte: CSP-Conlutas
 

Vamos nos somar a nova reunião entre as Centrais Sindicais convocada pela CTB para esta sexta-feira

Qua, 06 de Dezembro de 2017 11:55 CarolPombo
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A CTB soltou uma nota solicitando realização de uma reunião para essa sexta-feira (8) na sede da CUT sobre a Greve Geral. É importante que todos nós nos somemos ao chamado da CTB para essa reunião das Centrais. Reafirmamos que consideramos um grave erro da cúpula das Centrais terem desmarcado a Greve Geral.

O que estamos assistindo hoje é o anuncio do governo em tentar avançar na votação da Reforma da Previdência. Confirmou-se que havia disposição da base para a Greve Geral e que esse é o caminho para que possamos enterrar de vez esse ataque e esse governo.

Mais uma vez, como vem insistindo a nossa central, a unidade na luta se faz necessária e, portanto, essa reunião se faz urgente para prepararmos e a realização da Greve Geral.

Alertamos, no entanto, que devido à postura da cúpula dirigente de algumas das maiores centrais que, além da gravidade do erro de suspender a Greve Geral no dia de hoje, ainda se sujeitaram a sentar com Temer na tarde desta terça-feira (5), temos o desafio maior de unir os sindicatos e movimentos por baixo e ir preparando a Greve Geral independentemente dessa “cúpula”. Não há o que negociar.

Se botar pra votar é Greve Geral neles!

Por Atnágoras Lopes
Membro da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas

Fonte: CSP-Conlutas
 

Sindicato garante a continuidade da Greve Geral contra a Reforma da Previdência em Belém

Ter, 05 de Dezembro de 2017 15:02 CarolPombo
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GreveNacional 05 12 17

Hoje, 05 de dezembro, o dia começou cedo para professores e técnico-administrativos da base do SINASEFE IFPA, ETRB e CIABA que fortaleceram a Greve Geral contra a Reforma da Previdência.

Desde às 7h da manhã, a Diretoria já estava nas ruas. Primeiro, no campus Belém do IFPA, onde organizou um café da manhã para a comunidade acadêmica. Em seguida, providenciou um ônibus que conduziu servidores e estudantes para o Ato Público, que teve concentração na Praça da República, às 10h30.



Mesmo com a tentativa frustrada da maioria das centrais sindicais, à exceção da CSP-Conlutas e Intersindical, de desarticular a manifestação nacional, aos poucos, centenas de pessoas ocuparam a Presidente Vargas.

C
om menos de 20 minutos de caminhada, na parada do prédio do INSS, na Av. Nazaré, dirigentes da CUT e da CTB tentaram dar fim ao protesto: muito agressivos, cercearam a fala e empurraram um militante da CSP-Conlutas que criticava ao microfone o cancelamento da greve sem nenhuma consulta às bases.

Teve início um bate-boca e tumulto desnecessário e inadmissível que só encerrou depois que as duas entidades se retiraram da manifestação e levaram junto o carro de som, com o intuito de calar a voz da classe trabalhadora.

"Foi mais uma clara demonstração de que não falam em nosso nome e não têm condições de fazer esse enfrentamento tão necessário com o governo ilegítimo neste momento difícil para todos nós, de ataque às aposentadorias e retirada de direitos", disse o coordenador geral Guaraci Soares, que deixou o carro de som do SINASEFE à disposição para o Ato avançar.

"A verdade tem que ser dita. O que eles fizeram tem nome. É traição! Quando eles recuaram da greve, traíram os trabalhadores e os sindicatos que não baixam as cabeças para as medidas nefastas desse governo e congresso de corruptos, acostumados a livrar a cara de empresários sonegadores e que agora querem empurrar goela abaixo a Reforma da Previdência", criticou o diretor Sady Alves.

Os trabalhadores seguiram com a passeata, que finalizou na frente da agência da Rede Celpa, na Av. Magalhães Barata. Uma paralisação vitoriosa que teve adesão em peso dos servidores federais, estaduais e municipais da educação, já preparados para cruzar os braços novamente e barrar a votação dessa reforma que representa o fim da aposentadoria das trabalhadoras e trabalhadores brasileiros.


Leia mais

>> Nota da CSP-Conlutas/PA em repúdio às agressões contra Aílson Cunha, membro da SEN Estadual

Fonte: SINASEFE IFPA, ETRB e CIABA

Última atualização em Qui, 07 de Dezembro de 2017 11:34
 


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